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Identificar demandas e aproximar empresas, universidades, centros de pesquisa e instituições com competências complementares.
Brasil e Coreia do Sul conectados por tecnologia, pesquisa, educação e oportunidades de negócios.
Conheça a história ↓“Não devemos reinventar a roda, mas usar o motor que já funciona em alguma parte do mundo.”
Esse princípio resume a visão do Korean Valley: aprender com experiências já desenvolvidas, conectar competências e adaptar soluções às necessidades brasileiras. A cooperação permite que conhecimento, tecnologias e capacidade produtiva sejam combinados para criar novas aplicações e oportunidades.
Na visão que orienta o projeto, a inteligência artificial está reorganizando modelos produtivos, sociais e econômicos. A criação de software, os serviços e a forma de gerar valor passam por mudanças que exigem novas capacidades, pesquisa e adaptação.
O Brasil reúne recursos naturais, conhecimento acadêmico, talentos e um mercado amplo. O desafio é transformar esse potencial em soluções de maior valor agregado e participar ativamente das mudanças tecnológicas. O Korean Valley nasce dessa preocupação: ampliar o acesso a competências internacionais e criar condições para que empresas e instituições brasileiras desenvolvam novas oportunidades.
Identificar demandas e aproximar empresas, universidades, centros de pesquisa e instituições com competências complementares.
Estruturar provas de conceito para testar aplicações, adaptar tecnologias e reunir evidências em ambientes locais.
Construir pesquisas, intercâmbios, formação de talentos e projetos conjuntos entre os parceiros.
Abrir caminhos para negócios, produtividade, qualificação e expansão de mercados por meio de cooperação consistente.
A trajetória foi construída por missões técnicas, encontros institucionais e diálogo entre o Brasil e a Coreia do Sul. A aproximação com o GDIN e a participação no Korea–LAC, em julho de 2024, ajudaram a conectar demandas brasileiras à experiência sul-coreana em inovação. Antes de receber tecnologias, era necessário estabelecer confiança, conhecer competências e encontrar parceiros.
A cooperação ganhou estrutura com a inauguração da base brasileira do Korean Valley, em novembro de 2025. A incubadora de Ivaiporã tornou-se o ponto de partida operacional para acolher empresas, aproximar parceiros e desenvolver projetos. A articulação com instituições de pesquisa, o setor produtivo e a FIEP, por meio do Paraná4Business, ampliou a agenda. O projeto passou a contar com um ambiente para transformar relações internacionais em trabalho conjunto.
A expansão organizou frentes especializadas. A base de Ivaiporã conecta incubação e projetos; a UniFil, em Londrina, constitui o Korean Valley Education, dedicado à educação e à formação de talentos; a frente de Maringá aproxima saúde, cosméticos e bem-estar; e a parceria com a FIEP, em Curitiba, integra indústria e mobilidade. Os polos fazem parte de uma mesma rede: demandas de mercado, conhecimento acadêmico e capacidade tecnológica circulam entre instituições.
O memorando entre UEM, Seoul National University e Incheon Technopark estabelece uma agenda de pesquisa, intercâmbio e desenvolvimento em mobilidade aérea e sistemas autônomos. A cooperação anunciada durante a TechFil 2026 aproxima UniFil, Konkuk University e GDIN em educação e pesquisa. O reconhecimento acadêmico às lideranças do GDIN integra esse processo de aproximação institucional. Os acordos abrem frentes de trabalho cuja execução depende de projetos e responsabilidades definidos entre os parceiros.
Os editais e as seleções do programa global do GDIN aproximaram empresas brasileiras de parceiros tecnológicos sul-coreanos. Agricultura e saúde passaram a compor a agenda de pilotos, com iniciativas voltadas ao cultivo de morangos e à reabilitação. Na saúde digital, a EXOSYSTEMS iniciou uma prova de conceito em ambiente clínico brasileiro. A finalidade é avaliar aplicações locais, reunir evidências e aprender com os profissionais que utilizarão as soluções. Seleção, investimento previsto e execução são etapas distintas do desenvolvimento de cada projeto.
A entrada em um novo mercado envolve legislação, parceiros, práticas comerciais e compreensão das necessidades locais. O acompanhamento jurídico das operações e a articulação institucional integram essa construção. A presença dos projetos no Korea–Brazil Business Forum e a repercussão na imprensa sul-coreana ampliam sua visibilidade. A referência ao Korean Valley na inauguração da fábrica da LG foi um reconhecimento institucional dessa aproximação entre os países.
A agenda de agricultura regenerativa e descarbonização com a Soil+Sky Alliance amplia o horizonte de cooperação para o Canadá. A notícia do projeto informa que o acordo está em processo de formalização. Essa frente conecta tecnologia agrícola, mensuração ambiental e sustentabilidade, somando novas possibilidades às relações entre Brasil e Coreia do Sul.
O Korean Valley anunciou o início de sua transformação em instituto e a reorganização da governança, com conselho, funções e responsabilidades institucionais. Também apresentou uma nova fase de projetos e parcerias. O avanço depende de planos de trabalho, validação técnica, acompanhamento e acordos específicos. A ambição é construir uma cooperação duradoura que converta conhecimento em negócios, pesquisa, qualificação e desenvolvimento.
Ivaiporã · ambiente de conexão, desenvolvimento e experimentação.
KOREAN VALLEY EDUCATIONUniFil · Londrina · formação, pesquisa e tecnologias educacionais.
SAÚDE E BEM-ESTARMaringá · conexão com soluções e mercados de saúde e bem-estar.
INDÚSTRIA E MOBILIDADEFIEP · Curitiba · mobilidade e conexão com o setor produtivo.
Objetivos claros, parceiros identificados, acordos e acompanhamento dão consistência à construção de oportunidades. A história do Korean Valley continua nos projetos em desenvolvimento e nos resultados que cada parceria poderá demonstrar.
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