SOBRE / KOREAN VALLEY

Uma ponte entre países.
Um caminho para criar valor.

Brasil e Coreia do Sul conectados por tecnologia, pesquisa, educação e oportunidades de negócios.

Conheça a história ↓
A IDEIA QUE ORIENTA O PROJETO
“Não devemos reinventar a roda, mas usar o motor que já funciona em alguma parte do mundo.”

Esse princípio resume a visão do Korean Valley: aprender com experiências já desenvolvidas, conectar competências e adaptar soluções às necessidades brasileiras. A cooperação permite que conhecimento, tecnologias e capacidade produtiva sejam combinados para criar novas aplicações e oportunidades.

POR QUE AGORA

Uma transformação que exige participação.

Na visão que orienta o projeto, a inteligência artificial está reorganizando modelos produtivos, sociais e econômicos. A criação de software, os serviços e a forma de gerar valor passam por mudanças que exigem novas capacidades, pesquisa e adaptação.

O Brasil reúne recursos naturais, conhecimento acadêmico, talentos e um mercado amplo. O desafio é transformar esse potencial em soluções de maior valor agregado e participar ativamente das mudanças tecnológicas. O Korean Valley nasce dessa preocupação: ampliar o acesso a competências internacionais e criar condições para que empresas e instituições brasileiras desenvolvam novas oportunidades.

COMO O KOREAN VALLEY ATUA

Da aproximação ao trabalho conjunto.

Conectar

Identificar demandas e aproximar empresas, universidades, centros de pesquisa e instituições com competências complementares.

Validar

Estruturar provas de conceito para testar aplicações, adaptar tecnologias e reunir evidências em ambientes locais.

Desenvolver

Construir pesquisas, intercâmbios, formação de talentos e projetos conjuntos entre os parceiros.

Criar valor

Abrir caminhos para negócios, produtividade, qualificação e expansão de mercados por meio de cooperação consistente.

UMA HISTÓRIA EM CONSTRUÇÃO

Cooperação que ganha estrutura.
Conexões que se tornam projetos.

012023 — 2024

A aproximação entre dois ecossistemas.

A trajetória foi construída por missões técnicas, encontros institucionais e diálogo entre o Brasil e a Coreia do Sul. A aproximação com o GDIN e a participação no Korea–LAC, em julho de 2024, ajudaram a conectar demandas brasileiras à experiência sul-coreana em inovação. Antes de receber tecnologias, era necessário estabelecer confiança, conhecer competências e encontrar parceiros.

022025

Da conexão internacional à base no Brasil.

A cooperação ganhou estrutura com a inauguração da base brasileira do Korean Valley, em novembro de 2025. A incubadora de Ivaiporã tornou-se o ponto de partida operacional para acolher empresas, aproximar parceiros e desenvolver projetos. A articulação com instituições de pesquisa, o setor produtivo e a FIEP, por meio do Paraná4Business, ampliou a agenda. O projeto passou a contar com um ambiente para transformar relações internacionais em trabalho conjunto.

03REDE DE POLOS

Competências complementares, uma agenda comum.

A expansão organizou frentes especializadas. A base de Ivaiporã conecta incubação e projetos; a UniFil, em Londrina, constitui o Korean Valley Education, dedicado à educação e à formação de talentos; a frente de Maringá aproxima saúde, cosméticos e bem-estar; e a parceria com a FIEP, em Curitiba, integra indústria e mobilidade. Os polos fazem parte de uma mesma rede: demandas de mercado, conhecimento acadêmico e capacidade tecnológica circulam entre instituições.

04PESQUISA E FORMAÇÃO

A cooperação alcança universidades e centros de pesquisa.

O memorando entre UEM, Seoul National University e Incheon Technopark estabelece uma agenda de pesquisa, intercâmbio e desenvolvimento em mobilidade aérea e sistemas autônomos. A cooperação anunciada durante a TechFil 2026 aproxima UniFil, Konkuk University e GDIN em educação e pesquisa. O reconhecimento acadêmico às lideranças do GDIN integra esse processo de aproximação institucional. Os acordos abrem frentes de trabalho cuja execução depende de projetos e responsabilidades definidos entre os parceiros.

05PROVAS DE CONCEITO

Testar, aprender e adaptar antes de ampliar.

Os editais e as seleções do programa global do GDIN aproximaram empresas brasileiras de parceiros tecnológicos sul-coreanos. Agricultura e saúde passaram a compor a agenda de pilotos, com iniciativas voltadas ao cultivo de morangos e à reabilitação. Na saúde digital, a EXOSYSTEMS iniciou uma prova de conceito em ambiente clínico brasileiro. A finalidade é avaliar aplicações locais, reunir evidências e aprender com os profissionais que utilizarão as soluções. Seleção, investimento previsto e execução são etapas distintas do desenvolvimento de cada projeto.

06MERCADOS E CONFIANÇA

Internacionalizar exige mais do que uma boa tecnologia.

A entrada em um novo mercado envolve legislação, parceiros, práticas comerciais e compreensão das necessidades locais. O acompanhamento jurídico das operações e a articulação institucional integram essa construção. A presença dos projetos no Korea–Brazil Business Forum e a repercussão na imprensa sul-coreana ampliam sua visibilidade. A referência ao Korean Valley na inauguração da fábrica da LG foi um reconhecimento institucional dessa aproximação entre os países.

07EXPANSÃO DA COOPERAÇÃO

Novas conexões para desafios compartilhados.

A agenda de agricultura regenerativa e descarbonização com a Soil+Sky Alliance amplia o horizonte de cooperação para o Canadá. A notícia do projeto informa que o acordo está em processo de formalização. Essa frente conecta tecnologia agrícola, mensuração ambiental e sustentabilidade, somando novas possibilidades às relações entre Brasil e Coreia do Sul.

08PRÓXIMO CAPÍTULO

Uma estrutura preparada para continuidade.

O Korean Valley anunciou o início de sua transformação em instituto e a reorganização da governança, com conselho, funções e responsabilidades institucionais. Também apresentou uma nova fase de projetos e parcerias. O avanço depende de planos de trabalho, validação técnica, acompanhamento e acordos específicos. A ambição é construir uma cooperação duradoura que converta conhecimento em negócios, pesquisa, qualificação e desenvolvimento.

UMA REDE, DIFERENTES COMPETÊNCIAS

Conheça as frentes do Korean Valley.

O futuro se constrói
com cooperação e responsabilidade.

Objetivos claros, parceiros identificados, acordos e acompanhamento dão consistência à construção de oportunidades. A história do Korean Valley continua nos projetos em desenvolvimento e nos resultados que cada parceria poderá demonstrar.

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